Balão Intragástrico no Tratamento da Obesidade

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Oi gente!
No meu painel eu falei que ia colocar mais informações pra quem tivesse curiosidade de saber mais sobre o método do balão intragástrico no tratamento da obesidade. Então, como prometido, aí vão dois links, um de artigo e outro do site da ABESO falando sobre esse tratamento! Vale a pena conferir!

http://apps.einstein.br/revista/arquivos/PDF/334-136-137.pdf
http://www.abeso.org.br/revista/revista7/balao.htm


Postado por Carolina Sardi

Reportagem 14/11/2008 - ABESO

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Presidente do COI Quer Combater Obesidade entre os Jovens no Mundo

Por Cíntia Salomão
14 de novembro de 2008

O atual presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Jacques Rodge, elegeu a luta contra a obesidade como uma das principais metas da entidade. Rodge, candidato à reeleição em 2009, declarou recentemente que “o doping e a obesidade são os principais inimigos do esporte no mundo” e que “derrotá-los é prioridade do COI”.

Ele ainda conclamou os comitês, os governos e as federações esportivas de todos os países a combaterem a falta de atividade física por parte dos jovens.

Com suas declarações, Rodge chama atenção para uma epidemia mundial e uma de suas principais causas: o sedentarismo. Os números sobre a obesidade crescem, seja no Brasil seja no resto do mundo. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 115 milhões de pessoas sofrem de distúrbios relacionados à obesidade nos países em desenvolvimento – geralmente associados a um estilo de vida sedentário.

Juventude Sedentária no Brasil
Dados recentes da Unesco, do IBGE e de entidades médicas mostram que mais da metade dos jovens brasileiros não possui o hábito de praticar atividades físicas. Este ano, uma pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) mostrou que 66% dos brasileiros entre 18 e 25 anos estão acima do peso e que apenas 38% dos entrevistados praticam atividades físicas.
Além disso, 58% dos entrevistados já tiveram problemas de saúde. Para 27% deles, o problema detectado foi hipertensão.

O incremento da prática de atividade física reduz o índice de doenças e distúrbios relacionados à obesidade, pois o estilo de vida sedentário é reconhecidamente um dos maiores fatores de risco para as doenças cardiovasculares (DCV). Assim como o tabagismo, o sedentarismo contribui para uma série de doenças crônico-degenerativas.

A pesquisa da SBCBM demonstra, ainda, que os gastos com saúde acompanham os níveis de obesidade. Entre consultas e fármacos, uma pessoa com peso considerado normal gasta por ano cerca de R$ 750; um indivíduo com sobrepeso desembolsa cerca de R$ 1.047 anuais; e um obeso mórbido, cerca de R$ 1,8 mil.

Leia mais reportagens:
Pesquisa Afirma que 3% da População Brasileira Têm Obesidade Mórbida


Postagem por: Augusto Arcanjo

Circunferência abdominal e hipertensão arterial em mulheres

domingo, 16 de novembro de 2008

Oi gente!
Segue o link de um artigo sobre a relação entre a circunferência abdominal e a hipertensão arterial em mulheres. Como foi citado no meu painel, a circunferência abdominal tem sido indicador de ocorrência de doenças metabólicas e cardiovasculares, como a hipertensão arterial. O artigo é bem interessante, vale a pena conferir.

Link: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-311X2008000500029&script=sci_arttext&tlng=eng

Postado por Mariane de Almeida Cardeal

Diretrizes sobre o excesso de peso e doença cardiovascular

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Olá pessoal,

Achei um artigo super interessante dos arquivos brasileiros de cardiologia que fala sobre as diretrizes para cardiologistas sobre excesso de peso e doença cardiovascular. No presente artigo, informações sobre o metabolismo de lipídios em obesos, doenças relacionadas à obesidade e tratamentos para a obesidade podem ser encontrados. Espero que a leitura deste artigo seja de bom proveito para todos.

http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0066-782X2002000700001&script=sci_arttext

Postado por: Heloisa Rodrigues de Gouvêa

Gordura Visceral x Gordura Subcutânea

domingo, 9 de novembro de 2008

Oi pessoal,

Estou aqui para responder a uma das perguntas feitas após a apresentação do nosso painel na última quarta-feira (05.11.08). A questão proposta era a diferença entre a gordura visceral e a gordura subcutânea. Encontrei uns sites bem legais que explicam as diferenças entre elas. Espero que, com isso, o tema fique esclarecido. Boa leitura e divirtam-se!!!!!

NEM TODA GORDURA É IGUAL

A subcutânea é difícil de perder, mas é menos danosa à saúde que a visceral.



GORDURA SUBCUTÂNEA
- Acumula-se sob a pele, principalmente no culote, nas nádegas e nas pernas e produz a celulite.
- Células menores, que têm mais facilidade de se multiplicar e são mais sensíveis à insulina.
- Prejudica menos o metabolismo, mas é mais difícil de perder.
- Sua predominância caracteriza a obesidade 'em formato de pêra', considerada menos prejudicial à saúde.
- Aparência de 'gordura mole', mesmo quando localizada no abdome.
- Mais freqüente em mulheres, mas também pode estar presente em homens.

GORDURA VISCERAL
- Acumula-se nas camadas profundas do abdome, em volta dos órgãos.
- Células maiores, que se multiplicam pouco, mas são mais ativas e afetam o metabolismo.
- Células mais resistentes à insulina.
- É mais fácil de perder.
- Caracteriza a 'barriga de cerveja' - mesmo que a pessoa não beba.
- Sua predominância caracteriza a obesidade 'em formato de maçã', fator de risco para a saúde.
- Aparência de 'gordura dura'.
- Mais freqüente em homens, mas também pode afetar mulheres.


Texto extraído do site: http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT761194-1664-4,00.html

Mais informações a respeito do tema podem ser lidas no site: http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT761194-1664-1,00.html, que é a continuação desta matéria na revista Época.


Há ainda um artigo muito interessante relacionado ao assunto que aborda também a temida Síndrome Metabólica:

Gordura Visceral e Síndrome Metabólica:
Mais Que Uma Simples Associação

RESUMO
A síndrome metabólica (SM) é vista atualmente como uma epidemia
mundial, com números alarmantes, associada a alta morbi-mortalidade
cardiovascular e elevado custo sócio-econômico. O ganho ponderal é
preditor independente para o desenvolvimento da SM, embora nem
todos os indivíduos obesos a apresentem. Por outro lado, certas populações
com baixa prevalência de obesidade apresentam elevada
prevalência da SM e mortalidade cardiovascular. A distribuição da gordura
corporal é relevante, e especificamente a gordura visceral (GV)
parece ser o elo entre o tecido adiposo e a resistência à insulina (RI),
característica da SM. Na última década, o tecido adiposo deixou de ser
um simples reservatório de energia para se transformar num complexo
órgão com múltiplas funções. A GV apresenta características metabólicas
diferentes da gordura subcutânea glúteo-femoral, as quais favorecem
a instalação do quadro de RI. Diversos estudos revelam a estreita
relação da adiposidade abdominal com a tolerância à glicose, hiperinsulinemia,
hipertrigliceridemia e hipertensão arterial. Mais que uma
simples associação, recentemente, acredita-se que a GV desempenha
um papel central na fisiopatologia da SM. Assim, a quantificação da GV
se torna importante para identificar indivíduos com maior risco para o
desenvolvimento da SM, eleitos para sofrer intervenções precoces na
tentativa de reduzir o impacto das anormalidades metabólicas sobre a
mortalidade cardiovascular. Este artigo discute particularidades da
distribuição central de gordura, no contexto da SM, possíveis mecanismos
fisiopatogênicos relacionados à GV e os métodos disponíveis para
a avaliação da adiposidade abdominal. (Arq Bras Endocrinol Metab
2006;50/2:230-238)


O artigo na íntegra pode ser lido no site:
http://www.scielo.br/pdf/abem/v50n2/29306.pdf

Espero ter tirado, com esta postagem, as dúvidas relacionadas ao tema.
Em breve, o conteúdo dos painéis apresentados esta semana serão colocados à disposição de todos.

Postagem feita por Heloisa Rodrigues de Gouvêa

ERRATA!

domingo, 2 de novembro de 2008

Oi pessoal!
Então, arrumei uns posts antigos que não estavam conseguindo ler. Aparentemente, mesmo ampliando as figuras a letra ainda ficava pequena demais para ler os artigos. Aqui vão os links dos posts antigos para que vocês consigam ler!

Post 26/09/2008:
Aspectos atuais da regulação do peso corporal: ação da leptina no
desequilíbrio energético

http://obesidadebiobio208.blogspot.com/2008/09/aspectos-atuais-da-regulao-do-peso.html

Post 01/10/2008:
Obesidade e síndrome metabólica na infância e na adolescência
http://obesidadebiobio208.blogspot.com/2008/10/obesidade-e-sndrome-metablica-na.html

Post 20/10/2008:
Efeito protetor do aleitamento materno contra a obesidade infantil
http://obesidadebiobio208.blogspot.com/2008/10/efeito-protetor-do-aleitamento-materno.html


Postado por: Augusto Arcanjo

É necessário praticar atividade física!

Olá pessoal,
Vocês sabiam que obesidade é uma doença? Pois é, a obesidade é uma doença e as suas conseqüências já são conhecidas: hipertensão arterial, diabetes tipo dois, aterosclerose, distúrbios gastrointestinais, e etc. Mas há tratamentos! Existe a hipótese de algumas pessoas serem mais suscetíveis a outras a ter excesso de peso devido aos genes, mas existem raras evidências que comprove isso. Como não há evidências que comprovem os fatores genéticos, há uma possibilidade maior de a obesidade está ligada a fatores ambientais (dieta e atividade física). Por que a atividade física é importante? Se o valor calórico for positivo é porque o teor calórico ingerido é superior ao gasto, gerando um acúmulo de massa corporal. A atividade física é importante para não deixar esse desequilíbrio entre o valor calórico ingerido e o valor calórico gasto se desequilibrarem. Vocês acham que nós só temos gasto energético por meio da atividade física? Estão enganados! O indivíduo gasta diariamente energia por meio da taxa metabólica basal, efeito térmico dos alimentos e prática de atividade física.


Postado por: Thaís Naves Abath

Fonte: http://www.scielo.br/pdf/abem/v47n2/a03v47n2.pdf